Time de palestrantes da Adaptworks marca presença na 4ª edição do Agile Brazil

Apoiadora desde a primeira edição, a empresa terá diversos consultores palestrando, além do coach Manoel Pimentel presidindo o evento.

De 26 a 28 de junho, a comunidade ágil brasileira se reúne para mais uma edição do Agile Brazil, o maior evento do País neste segmento em toda a América Latina. Entre as atividades programadas estão palestras com os mais importantes representantes do Agile no Brasil e também no exterior.

Como uma das pioneiras no treinamento de profissionais para a atuação com métodos ágeis, a Adaptworks não poderia ficar de fora e contará com quatro consultores de seu time como palestrantes. Incluindo o coach Manoel Pimentel, que será o presidente desta edição.

Segundo ele, desde sua fundação, a Adaptworks sempre foi vista como uma empresa catalisadora para a comunidade. “Isso significa que nosso público nos reconhece pela constante produção e socialização de conhecimento sobre Agile e inovação organizacional. O Agile Brazil é a principal e a maior conferência latino-americana sobre métodos ágeis. Dessa forma, nossa participação sempre reforça e multiplica essa posição de liderança no mercado brasileiro”, afirma.

Entre os temas que serão abordados pelos profissionais da equipe estão: “O julgamento do Scrum”, com Alexandre Magno; “Coragem para empoderar”, apresentação ministrada por Wagner Costa Santos e Alexandre Magno; “Lean UX: o processo e sua relação com User-Centered Design e Goal-Directed Design”, por Luciano Rodrigues, “Managing Dojo”, por Manoel Pimentel, que também será responsável pela abertura do evento.

A expectativa para este ano é que o evento atinja a marca história de 1000 participantes. “Isso por si só já é um grande desafio e oportunidade para nós”, explica Pimentel. Um dos objetivos estratégicos desta edição, em Brasília, é aproximar o Agile das esferas governamentais, propondo como fazer software de maneira ágil para o governo. “Isso significa que a principal pergunta do evento é: Como fazer ágil mesmo em ambientes de grandes restrições? E a Adaptworks, com sua expertise em atuar em grandes e complexas organizações, com certeza agregará muito conhecimento ao público do evento”, ressalta Pimentel.

Assim como no ano passado, a empresa terá algumas sessões de test-drive no estande. Em cada apresentação, com duração de cerca de 1 hora, o participante conhecerá alguma prática ou conceito presente nos treinamentos aplicados pela Adaptworks.

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Agile

O que o mercado espera de um bom treinamento para executivos e gestores?

A necessidade de aumentar a produtividade aliada à preocupação constante de líderes de equipes em reter seus profissionais faz com que o universo corporativo volte suas atenções, cada vez mais, para a especialização e treinamento de suas equipes e gestores.

Diante do aumento de demanda surgem inúmeras teorias e cursos que prometem capacitar líderes para conduzirem seus negócios e times frente à imprevisibilidade do mercado com maior eficiência. Mas como saber diferenciar um bom curso de gestão de um amontoado de dicas pré-formatadas que não se aplicam a todas as empresas?

Segundo Manoel Pimentel, Coach da AdaptWorks, empresa especializada em cursos de gestão e para equipes de TI, o grande segredo para o sucesso de um treinamento é ter um conteúdo interativo, que permita ao aluno compreender a dinâmica do pensamento e aplicá-la à sua realidade, ao invés de apenas absorver teorias prontas. “Nos cursos que ajudo a desenvolver priorizamos a participação e a troca de experiências entre alunos e professores, para que aconteça uma mudança no pensamento. A ideia é ajudá-los a criar mecanismos que possibilitem encontrar suas próprias respostas para cada problema encontrado ao longo do caminho”, explica.

Um treinamento tradicional ou até mesmo um curso de MBA acaba sendo direcionado para o aprendizado de teorias e técnicas, levando a um pensamento quase que mecânico. Ao aplicar o conteúdo aprendido para a solução de um problema real, o profissional percebe que as soluções não podem ser aplicadas de forma repetível, cada desafio está inserido em um contexto diferenciado e, por isso, exige uma abordagem específica.

Para atingir tal objetivo e preparar os alunos para enfrentarem um mercado cada vez mais complexo, a empresa em que Manoel trabalha investe no apelo lúdico e didático dos treinamentos que aplica. “Cada curso pode levar até 2 meses para ser criado”, afirma Pimentel. O processo costuma ter início com uma extensa pesquisa de mercado, nacional e internacional, e observação das práticas profissionais daquele determinado setor.

A partir daí, para embasar o conteúdo teórico do curso, são criadas diversas dinâmicas como o “innovation games”, formatado por Luke Homann com a intenção reproduzir situações complexas do cotidiano com as quais os profissionais costumam se deparar ao longo de suas carreiras. “Criamos o contexto, damos algumas ferramentas e orientações para que os alunos possam encontrar suas próprias soluções, baseadas na verdade de cada organização ou time. No universo corporativo, não existe uma receita pronta para o sucesso ou gestão, cada empresa tem que se especializar para encontrar seu próprio caminho”, esclarece Pimentel.
O sucesso do modelo, que aplica a teoria na prática, tem levado algumas empresas a requisitarem os treinamentos corporativos para seus profissionais, muito em função da necessidade de aprimorar o currículo e reter profissionais do conhecimento, que são estratégicos no atual contexto da economia mundial.

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Imprensa, Release

A era da Organoplasticidade

Estamos cansados de saber que mudar é uma condição vital para sobrevivência das organizações. Na verdade,  uma organização precisa simplesmente reconhecer que devido a sua natureza complexa e adaptativa,  mudança é um estado permanente. Mas o que faz algumas organizações terem mais facilidade em mudar do que outras ? Será que os processos determinam isso? Será que as estruturas organizacionais é que são responsáveis pela dificuldade ou facilidade em mudar? Vamos analisar um pouco isso!

Primeiro, é importante desmitificar o que é mudança. Para muitas empresas, mudar é algo pesado, doloroso, demorado e que carece de um programa de vários meses/anos para conduzir a mudança.  Precisamos entender que mudar não precisa ser isso. Mesmo sem percebermos, mudança é algo natural e inevitável. Na prática,  estamos diariamente mudando pequenos pensamentos e comportamentos. E por se tratar de eventos tão sutis, não percebemos ou ignoramos que tais mudanças acontecem. Ou seja, mesmo sem querer, mudar é um estado padrão.

É importante notar que mesmo com essa habilidade natural para essas mudanças imperceptíveis, temos um enorme problema/dificuldade em fazermos mudanças deliberadas.   Mudanças deliberadas são aqueles momentos onde temos consciência da mudança e processo inerente à ela.

E como já falei anteriormente,  curiosamente as organizações tem um grande déficit de adaptabilidade (http://blog.adaptworks.com.br/2013/01/31/deficit-de-adaptabilidade-uma-questao-de-ordem-para-as-organizacoes/) face a essas mudanças deliberadas.  Dessa forma, temos então o desafio de: Como reduzir ou eliminar esse déficit? A resposta pode estar dentro de nós mesmos. Mas especificamente em nossos cérebros.

Se ampliarmos a compreensão sobre como o ser humano endereça as mudança,  vamos cair sobre a nossa estrutura cognitiva. Em especial, a capacidade que o nosso cérebro tem em mudar e se adaptar face a novos desafios.

Na neurociência essa característica  é chamada de Neuroplasticidade.  Segundo a Wikipédia (http://pt.wikipedia.org/wiki/Neuroplasticidade):

Neuroplasticidade (também conhecido como remapeamento cortical) refere-se a capacidade do cérebro de modificar sua estrutura e função, em decorrência de experiências anteriores, estas experiências podem ser o processo de aprendizado, um trauma ou lesão, devido o cérebro ser “plástico” e “maleável”.

A neuroplasticidade não só é uma habilidade natural, como também é uma característica vital para situações de crise.  Um exemplo isso são os casos de pessoas que passaram por lesões na região da cabeça e que tiveram alguma área do cérebro atingida. Muitas dessas pessoas, conseguiram que seus cérebros construíssem novos caminhos alternativos para funções como fala, escrita ou qualquer outra habilidade cognitiva.

De acordo com uma importante publicação no Harvard Business Review (http://www.hbrbr.com.br/%5Bfield_page_categoria-term-raw%5D/preparo-cognitivo?quicktabs_most_popular=0):

A agilidade do cérebro resulta daquilo que os autores chamam de preparo cognitivo, ou boa forma cognitiva — estado otimizado no qual a capacidade de raciocinar, recordar, aprender, planejar e adaptar é reforçada por certas atitudes, opções de vida e exercícios. Exercitar a mente é crucial. Estudos de imagens do cérebro indicam que adquirir o domínio em áreas tão diversas como tocar violoncelo, lançar malabares, falar uma outra língua e guiar um táxi amplia e torna os sistemas neurais mais comunicativos. Ou seja, é possível mudar a configuração física do cérebro com o aprendizado.

Quanto melhor o preparo cognitivo, melhor a capacidade da pessoa de tomar decisões, resolver problemas, lidar com o estresse e mudanças. Com uma boa forma cognitiva, a pessoa ficará mais aberta a novas ideias e pontos de vista alternativos. Terá a capacidade de mudar o comportamento e atingir metas. Poderá retardar em anos a senescência e até desfrutar de uma segunda carreira.

Com um aproveitamento seletivo da pesquisa em neurociência, que cresce rapidamente, e de pesquisas consolidadas em psicologia e outras áreas da saúde mental os autores identificaram quatro passos a tomar para manter a boa forma do cérebro: entender como o cérebro cresce com a experiência, brincar, procurar padrões e buscar novidades e inovações. Aí estariam algumas das principais oportunidades para que a pessoa mantenha o cérebro engajado e criativo.

É importante notar que neuroplasticidade pode ser exercitada/melhorada por meio de práticas de boa forma cognitiva. Logo,  quanto mais boa forma cognitiva, menos déficit de adaptabilidade uma pessoa terá.

 Assim também são as empresas. Tomando como base que uma organização tem uma grande inteligência coletiva, podemos metaforizar que uma empresa é uma grande cérebro organizacional.

É nesse ponto que entra o que estou chamando de organoplasticidade. Atualmente, para as organizações, ter dificuldade em mudar poder ser considerado um comportamento disfuncional. Se sua empresa está com dificuldade em mudar, é porque ela não está com a disciplina de exercitar continuamente  a organoplasticidade. Nesse ponto, vale destacar que:

  • Assim como a neuroplasticidade, a organoplasticidade também é uma habilidade natural para as empresas.
  • Igual a neuroplasticidade, a organoplasticidade também é negligenciada ou pouco praticada pelas empresas.

Estimular a organoplasticidade  significa que uma empresa está aumentando sua boa forma organizacional. Essa boa forma organizacional, pode ser traduzida como uma capacidade maior de suportar crises, grandes transformações e principalmente, aumentar sua capacidade de responder à complexidade dos mercados.

Nesse momento você pode estar se questionando sobre “Como estimular a organoplasticidade?” Talvez você esteja esperando um mega-ultra-blaster método para fazer isso. Contudo, talvez não seja possível elaborar uma  só forma  de estimular a organoplasticidade.  Mas, o segredo é reconhecer que temos essa habilidade natural e, ao invés de tentar  mudar a  cultura, ou os valores ou fazer “mega-mudanças” em suas organizações,  estimule a organoplasticidade fazendo a intervenção sistêmica mais factível de todas, busque pequenas formas diferentes de interagir com os outros elementos e com o ambiente inteiro.

Na neuroplasticidade, uma forma de você exercitar a boa forma cognitiva é fazendo pequenas atividades diárias de forma diferente, por exemplo, escrever com a mão contrária (escrever com a esquerda, se você for destro). É importante observar a sutileza do exercício. Ou seja, você inverte a mão que faz determinada tarefa apenas para exercitar a neuroplasticidade.Você não vai passar a escrever com a mão esquerda para sempre, por exemplo.

Assim é na organoplasticidade,  as pessoas de uma empresa precisam ter certo grau de desapego aos seus processos e forma de interações para sentirem-se livres para praticar uma forma diferente, pelo simples benefício de exercitar a organoplasticidade, ou melhor, sem uma grande preocupação em fazer aquele jeito diferente para sempre.  Quando as empresas começarem a praticar essa abordagem, mudar será reconhecido como algo natural e sem grandes traumas para as organizações.  Portando, por uma questão de saúde e longevidade empresarial, que tal iniciarmos a era da organoplasticidade em nossas empresas?

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