Upgrade na Gestão (Info Exame – Maio/2015)

Estamos muito felizes com a matéria que acabou de sair na Info Exame  sobre o Management 3.0.  No texto você pode entender como esse conceito, trazido ao Brasil pela Adaptworks, tem sido bastante utilizado por empresas nacionais que buscam sucesso e resultados positivos com esse modelo de gestão empresarial tão imprescindível nos dias de hoje!

Aproveite e não deixe de assistir o vídeo que gravamos sobre Management 3.0 em parceria com a Just Digital que rendeu essa grande matéria em uma das revistas mais conceituadas do mercado de tecnologia, a Info Exame, da editora Abril:  https://youtu.be/LgNouMAeuYk


Estamos disponibilizando parte do artigo da revista Info Exame (13/05/15), escrito por Adeline Daniele. Trata-se de uma matéria que só pode ser acessada por assinantes da revista. Nos comprometeremos a disponibilizar a matéria completa tão logo a Info libere publicamente.

Para acessar a matéria completa da revista, acesse o link para assinantes:  https://revista.info.abril.com.br/login/?url_retorno=/edicoes/352/fechado/upgrade-na-gestão


(clique nas imagens para ampliar)

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Management 3.0

As 2 lições que eu te ensinaria sobre Liderança – Parte 1

Calma, não tenho pretensão nenhuma de ser um grande exemplo de líder, referência no estudo ou sequer trazer uma definição completa do tema. O título foi motivado pela pergunta do meu coach: “Willi, o que você ensinaria sobre liderança a alguém?”

Depois de umas 2 semanas matutando, o resultado foi dois posts sobre o tema. Aqui vai o primeiro:

 

Parte 1 – Liderança é overrated

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Há um tempo atrás, liderança era a grande característica mágica que os profissionais deveriam buscar para serem contratados e evoluírem em suas carreiras. O termo foi tão usado e acabou tão banalizado, que você precisava ter liderança até para trabalhar sozinho. Talvez estivessem procurando por iniciativa na verdade mas, convenhamos, falar liderança é bem mais legal.

O fato é que liderança por si só não é uma qualidade assim tãaao exclusiva. A palavra vem de antigos condutores de grupos a pé por trilhas sinuosas e perigosas, e eram “responsáveis por todos e por cada um”. [CBN Max Gehringer] Ou seja, eram os que conheciam melhor os caminhos e as pessoas, capazes de orientar o passo conforme as condições particulares de tempo, terreno e das pessoas em direção ao destino desejado (muito Lean, Kanban e Teoria das Restrições na veia!).

Então o líder é esse que conduz um grupo em direção a um objetivo, de acordo com as características dos indivíduos desse grupo. Mas o que é preciso pra ser esse líder?

O que a gente lê por aí é que o líder é alguém que sabe inspirar/motivar, é íntegro/honesto, orientado a resultados, resolve problemas, se comunica bem, colabora e promove ‘teamwork’, tem iniciativa, ambição, energia, autoconfiança, conhecimento, iniciativa, vontade de liderar entre outras características [Post HBR] [Post Cultura Colaborativa].

Você acha que tem várias dessas habilidades? Muita gente acha que tem, e muitos têm mesmo! Mas nem todos são líderes. E mais, você provavelmente conhece quem não tenha essas habilidades mas tenha uma “posição de liderança”. Por que?

Uma empresa fez uma experiência: levou 5 pessoas escolhidas ao acaso para uma canoa num rio, deu a todos um remo e os largou. Depois de uma confusão inicial (Lembra de Forming, Storming, Norming, Performing? [Wikipedia Tuckman]), um dos integrantes começou a coordenar e direcionar os demais em direção à outra margem. Este se tornou o líder.

Depois o experimento continuou. A empresa retirou este líder do barco, voltou o barco ao ponto de partida e o soltou novamente com as 4 pessoas restantes.

Novamente um dos 4 assumiu a liderança e conduziu o barco ao destino. [CBN Max Gehringer]

Moral da história: a posição de liderança nunca fica vaga.

Outra moral: qualquer um tem potencial pra se tornar líder, a diferença entre o líder e o liderado é a velocidade com que um aproveita a oportunidade.

Talvez eles já estivessem arranhando outro entendimento de liderança, pertencente a ambientes complexos adaptativos, que descrevemos hoje como liderança situacional, em que cada um exerce liderança no momento e no contexto em que tem maior competência para liderar. Por exemplo, o desenvolvedor mais experiente ou mais respeitado pelo resto da equipe é o líder quando o assunto é desenvolvimento. Já quando se tratar de uma negociação com o cliente, talvez seja o momento do gerente ou vendedor assumir a liderança. Não há só um líder o tempo todo para todo tipo de situação. Na verdade, nesses tipos de ambientes (ou sistemas), estamos líderes, ao invés de sermos líderes. 

E é por isso que disse que liderança é supervalorizada (ou overrated – que é mais marqueteiro).

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As qualidades e habilidades que são citadas para o líder são desejáveis para qualquer bom profissional, e qualquer um em um momento pode “estar” líder. Basta aproveitar a oportunidade primeiro. No fundo, desejamos trabalhar com grandes pessoas.

Mas isso não é suficiente, certo? E sobre o líder formar um “time de alta performance”? Como liderar melhor quando estiver líder? Isso eu continuo no próximo post.

Enquanto isso, deixe aí suas opiniões nos comentários, ou me contate no Twitter, Facebook ou LinkedIn para continuarmos a conversa!

Grande abraço!

Willi 

PS: Acabei achando esse post depois de escrever o meu.
Fica de bônus: http://customerthink.com/why_your_leadership_is_overrated/

 

 

 

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