Product Backlog Building

Scrum é um framework para gerenciamento de produtos, baseado em desenvolvimento iterativo e incremental. O seu ciclo inicia com uma lista de funcionalidades desejadas para o produto, priorizada pelo cliente, então o time escolhe as funcionalidades que se compromete em desenvolver, geralmente com iterações de 1 a 4 semanas.

Podemos notar que esse ciclo é bem definido, tendo como ponto de partida o Product Backlog, mas o Scrum não tem nenhuma definição de como construir um Backlog. Sempre nos deparamos com as perguntas:

Como chegar ao Backlog?

Como construir algo que tenha valor?

Como encontrar a real necessidade do cliente?

Como definir o que é prioridade para o cliente no primeiro momento?

Tentando responder essas perguntas, depois de diversas experiências em vários clientes, nasceu o “PBB – Product Backlog Building”. O PBB tem como principal objetivo ajudar na construção de um Backlog de uma forma compartilhada, construindo um entendimento compartilhado, levando todos os envolvidos ao entendimento colaborativo do domínio do negócio, ou seja, todos compreenderem o contexto do negócio.

A dinâmica do PBB consiste em vivenciar na prática a construção do Product Backlog utilizando o Backlog Canvas como ferramenta. Essa dinâmica leva todos os envolvidos do negócio a uma experiência prática de elaboração e definição de um Product Backlog efetivo totalmente consistente e alinhado com os valores de negócio do cliente.

Principais benefícios:

  1. Ajudar na construção de um BACKLOG de um forma efetiva e colaborativa.
  2. Construir um entendimento compartilhado do negócio do cliente, facilitando a descoberta e compreensão do produto.
  3. Buscar uma maneira de descrever a experiência do usuário com o produto.
  4. Facilitar a descoberta e escrita de User Stories.

 

 

PBB é representado por um canvas chamado de Backlog Canvas que tem um fluxo bem simples e de fácil compreensão, principalmente para facilitar o entendimento do cliente, pois sua participação é de suma importância nesse processo de construção.

Veja abaixo o fluxo de construção do Backlog:

IDENTIFICAÇÃO: A primeira etapa é identificar o produto que será construído.

PROBLEMAS: Nesta etapa o ponto de partida é identificar e compreender o Estado Atual pontuando um conjunto de problemas, neste momento as partes interessadas buscam de forma colaborativa a mesma compreensão do estado atual, pontuando os problemas que desejam que sejam resolvidos. É importante conhecer o problema antes de criar a solução.

EXPECTATIVAS: Nesta etapa é importante identificar o Estado Desejado, alinhando suas expectativas aos problemas do estado atual, para que, de uma forma compartilhada, todos os envolvidos possam alinhar suas expectativas.


PARTES INTERESSADAS: Nesta etapa saiba quem são os usuários, papéis e responsáveis envolvidos no negócio. Alinhando seu contexto de negócio, suas atividades de negócio, seus problemas e dores, necessidades e objetivos.

 


ÁREAS DE NEGÓCIO:
A partir desse momento, identificado as PARTES INTERESSADAS, identifique as suas ÁREAS DE NEGÓCIOS e os principais objetivos de negócio das partes interessadas de cada área.

 

 

 

 

 

 

 

 

ATIVIDADES DE NEGÓCIO: Em seguida, identifique as ATIVIDADES DE NEGÓCIO de acordo com suas respectivas ÁREAS DE NEGÓCIO já identificadas, as atividades que cada PARTE INTERESSADA realiza dentro do negócio, mapeando na sequência de uso da esquerda para a direita. Descreva a ATIVIDADE DE NEGÓCIO com uma breve descrição da atividade, sempre pontuando o “Problema” e a “Expectativa” da parte interessada relacionada a essa atividade de negócio.

overview-product-backlog-building-atividade-de-negocio

FUNCIONALIDADES: Finalizando as etapas, para cada passo da ATIVIDADE DE NEGÓCIO, escreva as funcionalidades que satisfaça, podendo representá-las por User Stories ou modelo ARO (<AÇÃO><RESULTADO><OBJETO>). Construindo a lista de funcionalidades, podendo organizar(priorizar) verticalmente o que é mais importante.

 

Essas são as etapas de forma resumida do “PRODUCT BACKLOG BUILDING”. Etapas que compõem o Canvas:

[Identificação > Problemas > Expectativas > Partes Interessadas > Áreas de Negócio > Atividades de Negócio > Funcionalidades]

*As três últimas etapas são baseadas no conceito do FBS (Feature Breakdown Structure) do FDD.

O fluxo de uma forma linear ajuda a organizar a visão geral do negócio e alinhar o valor de negócio, a compreensão e o que o projeto irá agregar ao final, junto com a ferramenta “Backlog Canvas” que ainda deixa todo o levantamento de requisitos organizado de forma visual.

 

Como resultado teremos um Product Backlog totalmente alinhado com o valor de negócio do cliente.

O Scrum não fala como podemos representar cada item no Backlog, podemos escrever de várias forma, inclusive de forma textual. A User Story é a forma mais usadas hoje pelos times ágeis para representar um item no Backlog. História de Usuário é uma breve descrição do que é necessário para o cliente ter no produto, que pode representar uma necessidade do usuário ou uma descrição de uma funcionalidade.

A estrutura de uma História de Usuário basicamente responde 3 perguntas: QUEM? O QUE? POR QUÊ?

 

O PBB nos ajuda na escrita das User Stories. Como podemos notar no PBB temos o “QUEM?” que é a Parte Interessada, o “O QUE?” que nesse caso são as funcionalidades já representadas em modelo ARO e por último, o “POR QUÊ?” que está no objetivo e benefício que a parte interessada destacou na atividade de negócio.  A figura abaixo exemplifica de uma forma bem simples como fica fácil escrever as User Story com ajuda do Product Backlog Building.

 

Como podemos perceber o grande poder do PBB é a facilitação e a colaboração que provoca com todos os envolvidos na construção de um Backlog, sempre levando todos a  um entendimento compartilhado do contexto de negócio e a descoberta de itens do Backlog totalmente alinhado com o valor de negócio do cliente.

Pronto! todas as funcionalidades descobertas representarão os itens do Backlog. Agora é só priorizar o Backlog usando quaisquer técnica de priorização e começar entrar…

Baixe aqui o seu Backlog Canvas e comece a construir seu Product Backlog:

Vídeo: Product Backlog Building com Fábio Aguiar | Test-Drive

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Agile, Scrum

A origem do Agile Testing

Origem

Se você já leu algo referente a Agile Testing vai lembrar logo do livro Agile Testing, que foi lançado em 2009, e associar que a origem do termo veio das duas autoras Janet Gregory e Lisa Crispin, certo? Errado!

Em 2002 Bret Pettichord já falava sobre Agile Testing [1] associando ele também com princípios de Context Driven Testing [2]. Na sequência, em 2003 Brian Marick criou o Quadrante de Teste Ágil para distinguir dentro de um processo ágil os testes baseados em negócio e em tecnologia, e os de suporte ao time dos de crítica ao produto.

A Elisabeth Hendrickson em 2008 também já falava sobre Agile Testing na sua palestra Agile Testing, Nine Principles and Six Concrete Practices for Testing on Agile Teams [3].

Lisa Crisprin, em 2002, trabalhou em um time que aplicavam as práticas de XP – Extreme Programming e já começava a criar algumas técnicas de como um testador poderia trabalhar em um time XP. Logo após o primeiro livro formal sobre o assunto foi lançado: Testing Extreme Programmimg [4]. Anos depois ela e a Janet Gregory lançaram o livro Agile Testing que é um compilado das experiências das autoras no processo de transição do Teste Tradicional para o Teste Ágil e como o testador pode ajudar a equipe.
Hoje este livro é a principal referência sobre Agile Testing.

Teste Tradicional x Agile Testing

A imagem abaixo já vai ilustrar uma similaridade e a diferença da adoção de cada abordagem:

origem-agile-testing

origem-agile-testing_2

No projeto por fases podemos ver nitidamente que há uma fase de testes, mas esta depois do desenvolvimento ter sido concluído. A ideia do tamanho das caixas nos passa uma falsa impressão que realmente teremos tempo para testar, mas o que acontece em diversos projetos (até hoje) é a fase de testes ser diminuída e termos uma nova caixa antes da Entrega: o “Teste->Bug->Correção->Reteste” que toma muito mais tempo do que qualquer planejamento inicial de testes.

No Agile os testadores trabalham em cada Interação junto ao time e testam a funcionalidade mesmo quando ela está em desenvolvimento. A funcionalidade/requisito/regra (User Story + Critérios de Aceite) só estarão realmente entregues depois de testado (que são pontos do DoD – Definition o of Done).

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Técnico, Testes, Time de desenvolvimento

Como validar PDUs do PMI em treinamentos da Adaptworks?

Para renovar a certificação PMP (Project Manager Professional) do PMI (Project Management Institute), o profissional precisa coletar um total de 60 PDUs (Professional Development Unit).

Se você particiou das turmas de:

• Certified ScrumMaster
• Certified Scrum Product Owner
• Certified SAFe Agilist
• Certified SAFe Product Manager – Product Owner
• Certified SAFe Scrum Master

• Certified SAFe Advanced Scrum Master
• Management 3.0
• Certified Agile Professional

na Adaptworks, você pode solicitar a quantidade equivalente de horas de treinamento em PDUs.

Isso mesmo, todos os treinamentos acima podem lhe adicionar preciosos PDUs!

Se você estiver em busca de PDUs e fez um destes treinamentos conosco, segue os passos para solicitação dos PDUs:

1) Acesse o site do CCRS e faça login.

2) Clique em Report PDUs na barra de navegação a direita para iniciar o processo.

3) Clique em Course Training

4) Em Provider digite o nome da Adaptworks.
Provider: Adaptworks Treinamentos

5) Em Activity digite o nome do treinamento que você cursou.
Provider: NOME_DO_TREINAMENTO

6) Em description digite a descrição do treinamento que você encontra no site da Adaptworks.
Drescription: DESCRIÇÃO

pdu-adapt-pmi-cap-csm-cspo-artigo7) Preencha a data de inicio do seu treinamento.
Date started: DATA_INICIO

8) Preencha a data de fim do seu treinamento.
Date started: DATA _FIM

9) Preencha o endereço do nosso website.
URL: adapt.works

10) Preencha o nome do nosso contato comercial.
Contact Person: Marcio Santos

11) Preencha o telefone para contato na Adaptworks.
Contact Phone: (11) 2507-3563

12) Preencha o endereço de contato da Adaptworks.
Contact Email: contato@adaptworks.com.br

13) Clique em próximo

14) Em PDUs claimed, distribua o número de horas do treinamento entre Tecnhical, Leadership e Strategic. Recomenda-se 10 para Tecnhical, 3 para Leadership e 3 para Strategic. Totalizando 16 PDUS.

15) Clique em “I agree the claim is accurate” e pressione “Submit”.

16) Terminado, agora é só esperar a resposta do PMI.

Este fluxo é uma tradução livre das instruções do próprio site do PMI

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Certified Agile Professional, Management 3.0, PDU, SAFe, Scrum

Você deve ler o Scrum Guide com frequência!

O Scrum é um framework de desenvolvimento descrito em um guia de dezesseis páginas e como praticante você deveria lê-lo com frequência.

Isso mesmo, o Scrum é um framework com um texto curto, direto e simples. Um bom significado para Simples é “o que é elementar, não apresentando qualquer embaraço para sua compreensão.” Ou seja, no Scrum Guide temos apenas o que é elementar para o desenvolvimento de produtos com o objetivo principal de ser um guia de fácil compreensão.

ScrumButAo mesmo tempo, colocar em prática como descrito no guia não é uma tarefa fácil. Qualquer praticante sabe que praticar Scrum é fácil na teoria todavia a prática do dia a dia é muito mais dolorosa. É muito fácil e cômodo cometer desvios e começar a executar o famoso ScrumBut.

Você executa ScrumBut quando você diz coisas como: “eu prático Scrum mas não faço reunião diária”, “eu uso Scrum mas minha área de negócio não sabe e eu não tenho PO”, “eu pratico Scrum mas tenho sprint só de documentação”.

Aparentemente, não parece haver problema ao se executar um Scrum pela metade, ou faltando uma perna, porém o Scrum é baseado em teorias complexas, como executar ciclos diários de PDCA (Planejar, Desenvolver, Checar e Agir).

A reunião diária é o momento do Scrum que obriga o time a executar um ciclo de planejamento, execução, checagem e ação todos os dias. Ou seja, não fazer a reunião diária implica em não fazer o ciclo diário de PDCA e no longo prazo alguém vai pagar essa conta.

Em cada um dos ScrumButs exemplificados passa-se por cima de alguma teoria que embasa o Scrum.

O Scrum é um framework simples mas emergiu a partir de um time de desenvolvimento que estava cansado da forma antiga de trabalhar e que estudou muito para elaborar o framework. Os criadores do Scrum estudaram teorias de relacionamento interpessoal, teorias de produtividade de times e indivíduos, teorias de linhas de produção enxuta.

Ou seja, criaram um framework simples e que é embasado por teorias complexas.

leitura-scrum-guideAo ler o framework com frequência você tem menos chance de corroer um pedaço dele por desconhecimento e terá, assim, um conhecimento do que é Scrum de forma mais concreta.

Outra coisa importante é saber o que faz parte e o que não faz parte do Scrum.

O Scrum é um framework enxuto e no qual o praticante pode preenche-lo com os recheios que fazem sentido para um projeto específico. Muito do que se comenta sobre Scrum em blogs e livros dizem respeito aos recheios e não ao core do Scrum. Por exemplo:

  • User Story não faz parte do Framework do Scrum mas você pode usar;
  • O quadro de kanban não faz parte do Scrum mas quase todo mundo usa;
  • A reunião diária não precisa ser em pé em frente ao quadro mas é mais produtiva se realizada desta maneira.

Poderia ficar enumerando vários outros benefícios, o que ficaria cansativo…

Mas para finalizar:

O Scrum Guide é a base do framework mais utilizado em projetos ágeis hoje em dia e demora menos de 30 minutos, inicie a leitura agora! :)

Referências

ScrumGuide

Scrum, A arte de fazer o dobro do trabalho na metade do tempo. Jeff Sutherland

VersionOne. State of Agile Survey 2011.

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Agile, Scrum

Usabilidade não é “User Experience” (UX) – Mas é Ágil

Usabilidade não é a experiência do usuário, ela ajuda a melhorar, e muito, essa experiência. A maior parte das pessoas ainda confunde UX com Usabilidade. É comum vermos gerentes de projeto, designers, arquitetos, todos substituindo o termo usabilidade unicamente por UX, dizendo equivocadamente “A ´UX´ do site está pronta?”

Apesar de parecer complexo, UX se resume em uma única frase: UX É CONCEITO.
E este conceito está em total harmonia com os conceitos ágeis.

Entendendo:

Temos experiência de usuário em contextos diversos.

Por exemplo, quais sensações e percepções um cliente de fast-food tem ao adquirir e saborear sua refeição? Este cliente é o usuário desse sistema. E quais são as sensações e percepções deste mesmo cliente ao se alimentar em um restaurante gourmet, com refeições à la carte?

Serão experiências diferentes e que não significam melhores ou piores, mas diferentes para o tipo de necessidade do momento.

Os designers direcionam a experiência do usuário. Eles podem gerar fluxos de página, wireframes e, claro, um mapa do site, adicionar testes de usabilidade e revisões. No entanto, UX designers terão uma abordagem diferente, eles levam em conta o proposto pelo design, mas também vão considerar os objetivos emocionais de seu usuário final. Seu foco pode ser mais em torno de modelos de interação, ao invés de estrutura e layout.

A partir do entendimento do que não é UX, entenderemos melhor o conjunto de “usabilidade e UX” no contexto ágil.

ux

Emprestando a hierarquia de necessidades de Maslow, que nos diz que o software deve ser funcional, o software deve ser fácil de usar – ressaltando a importância de Jakob Neilsen – onde o software precisa ser prazeroso, usando os conceitos de Emotional Design de Donald Norman – pioneiro na usabilidade – conceituaremos “UX preocupado com o design e usabilidade” e por fim com o engajamento emocional dos usuários, através da discussão prática sobre:

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  1. Curva de Aprendizado,
  2. Curva de Satisfação,
  3.  Atendimento de uma necessidade do usuário,
  4. Feedback do usuário.

A seguir temos 10 dicas de como integrar o conceito UX às metodologias ágeis.

  1. Direcionar e incorporar: praticantes de UX devem fazer parte do time do cliente ou Product Owner;
  2. Realizar práticas de pesquisa, modelo, e design antecipado – mas apenas o mínimo necessário;
  3. Divulgar e aplicar o conceito de “Personas”;
  4. Utilizar de um fluxo de desenvolvimento paralelo avançado com acompanhamento do avanço através de feedbacks;
  5. Ganhar tempo de design com histórias complexas de arquitetura;
  6. Cultivar um grupo de usuários para validação contínua;
  7. Aproveitar o tempo do usuário para diversas atividades como inception ágil ou grooming;
  8. Utilizar protótipos de baixa fidelidade;
  9. Tratar os protótipos como especificação;
  10. Tornar-se um facilitador de design.

UX não é usabilidade – mas é ágil: define conceitos, discute a forma de trabalho ágil em uma disciplina – design – vista como arte. E sabemos, arte dificilmente pode ser definida com time-boxes. Com dicas práticas e experiência, no complexo ambiente do software, a apresentação e a discussão em torno do assunto ajuda a clarificar e evoluir a disciplina que tanto cresce neste ambiente. E aqui falamos de adaptabilidade e aprendizado contínuo, agilidade em sua essência.

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Técnico, Time de desenvolvimento