1 ano de Coding Dojos na AdaptWorks

No começo desse mês, completamos 1 ano de Coding Dojos aqui na AdaptWorks (o primeiro foi em 04/05/2010).

Nesse período, realizamos 13 sessões (que temos algum registro. Tivemos outras sessões, mas não guardamos nada delas), das quais 64 pessoas participaram (e 8 pessoas vieram em mais de 10 sessões).

A nossa menor sessão contava com 6 pessoas (sem contar o Fabio Massa e eu) e a maior teve 23 (ontem!).

Pessoas no Dojo

A sessão de ontem foi bem interessante. Além de ser o nosso recorde de público com 23 pessoas e Scala ser a linguagem do Dojo (valeu Paulo!) tivemos alguns participantes da Alemanha. Como eles não falam português (e nós não falamos alemão), escolhemos inglês como a lingua oficial da sessão.

Participantes me ajudando a organizar a montanha de post-its

Isso foi tão bem aceito na retrospectiva que decidimos escolher a lingua que será falada no início de cada sessão, assim além de praticar técnicas de programação, também poderemos praticar inglês durante as sessões.

Enfim, muito obrigado a todos que participaram dos Coding Dojos da AdaptWorks e que sejam ainda mais divertidas as próximas sessões.

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Coding Dojo na AdaptWorks

Nesta última terça-feira, 12 de Abril, tivemos mais um Codigo Dojo na AdaptWorks. Claro, a chuva que caiu no final da tarde atrapalhou um pouco, mas mesmo assim tivemos uma boa quantidade de participantes.

Desta vez resolvemos mudar o condutor do Dojo e o escolhido foi o Juliano Alves (obrigado, Juliano).

Jonas e Juliano, apresentando as opções para o problema

Apesar de algumas pessoas reclamarem, parece que Java continua sendo o “common ground” para a maioria dos participantes. Não que seja um problema, mas alguns gostariam de uma pequena mudança, conhecer uma outra linguagem.

Platéia atenta, mas participativa

Algumas pessoas talvez se sintam constrangidas em participar de um Coding Dojo – algumas por não se acharem com conhecimento suficiente ou por acharem que isso é para um nível mais alto de programação. E para estas situações, é importante lembrar que um Coding Dojo não é criado para mensurar o seu “traquejo” na linguagem, e sim mostrar (e usar) boas práticas em programação.

"Pair Programming", uma das práticas mais usadas

Inclusive, na Retrospectiva feita ao final da sessão, um dos comentários positivos foi a diferença positiva sentida quando praticando “pair programming”. E é por aí que as coisas se encaminham.

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